No reino do Vai não Vem

O narrador-personagem começa se apresentando: “Sou poeta e menestrel, criador de personagens e romances de cordel”. Contando sua história, revela o terrível drama em que se encontra: sua rabeca Veridiana desapareceu, sem ela não existe criação. Mediante uns trocados, a cigana Esmeralda desvenda o mistério do sumiço do instrumento: “Sua rabeca/ foi roubada por alguém/ e levada lá pras bandas/ do Reino do Vai Não Vem”, lugar onde vivem os personagens da poesia popular. Para reaver o instrumento querido, o narrador-menestrel deve para lá se dirigir e passar por sete difíceis provas. Os desafios envolvem personagens e histórias da literatura de cordel, criando um enredo original, de ação, humor e acontecimentos fantásticos. No final, o livro traz um apêndice com um breve histórico da literatura de cordel, a apresentação dos personagens citados nos versos e dos cordelistas, seus criadores.

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Client:

Editora Scipione

Service:

Book design & Lettering

Design:

Rafael Nobre

Illustration:

Flávio Morais